O primeiro Passo (Aula 24/03/2010)

Iniciamos nossas atividades com as cadeiras dispostas em círculo. Á medida que as pessoas iam chegando, respondiam a um questionário introdutório da disciplina. Logo após cada um confeccionou um crachá, que nos acompanhará durante todo curso, no qual foi posto uma palavra que definisse nossa personalidade e um auto-retrato.
Cada um se apresentou explicando seu crachá. E respondendo a um das seguintes perguntas: O que faz seu coração se alegrar? O que você fez hoje que lhe deixou feliz? e O que faz você adorar estar vivo? . As palavras que definiram as personalidades e as respostas às perguntas foram:
• FLORESCENTE (disse que se sentia florescer para o céu, mas que ao mesmo tempo sabe que algo a prende na terra, como está representado no desenho que fez de si. Seu coração se alegra por fazer o que gosta);
• MOVIMENTO (essa pessoa desenhou como auto- retrato o mar, apesar de antigamente ter medo do mesmo. Escolheu também o símbolo da justiça, pois preza muito pela mesma, além de fazer tudo por amor. Falou também de sua vontade de “abraçar” o mundo. Contou-nos também de sua fascinação por ciclos naturais. Disse que ter conversado com sua mãe lhe deixou muito feliz naquele dia);
• AVENTUREIRO (disse adorar descobrir coisas novas. Desenhou uma águia por parecer com ele no que diz respeito à persistência e o voar alto. Disse que ficou feliz por ter comido batatas fritas no almoço);
• CONSTRUTOR (disse que estava sentindo que estava começando a construir sua vida. Desenhou um mitólogo, símbolo antigo que representa a condição humana na terra, a pessoa aprisionada pelo seu ego… Disse que adora estar vivo por saber que pode sempre melhorar);
• DETERMINADA (disse ter escolhido essa característica por ser algo que está buscando. Desenhou sua imagem. Disse que seu coração se alegra quando pensa em seu filho);
• OBSERVADORA (disse gostar de observar. Desenhou sua imagem e ficou feliz naquele dia por ter falado com seu pai);
• METAMÓRFICO (disse que é inconstante e que busca atingir um nível maior de conhecimento. Seu desenho foi um boneco com a cabeça aberta entrando e saindo coisas dela e com a mão posta na mesma como se estivesse mexendo as coisas lá dentro; contou-nos que o boneco representava a sua abertura para novas idéias. Disse que adora estar vivo por ser liberto)
• PRESISTENTE (disse que se achava persistente, pois com a rotina apertada que ela tem só mesmo uma pessoa persistente para agüentar. Adora estar viva para ajudar e ser ajudado);
• MUDANÇA (disse estar passando por processos de mudança na sua vida. Adora estar vivo para conhecer pessoas, visões de mundo…);
• SIMPÁTICA (disse que se acha uma pessoa simpática e ficou muito feliz hoje por ter passado na prova prática do DETRAN);
• SIMPLICIDADE (disse que era uma pessoa simples em tudo, até nas roupas. O coração se alegra quando faz algo que agrada a Deus);
• COMPANHEIRO (seus amigos dizem que ele é companheiro. Ficou feliz hoje por ajudar uma família);
• PALHAÇA/ABUSADA (disse que é palhaça e que às vezes se tornar até abusada por isso. Adora estar viva porque acredita no efêmero);
• EMANCIPADA (disse que a sua emancipação representava autonomia libertária e que estava longe de ser algo que excluía o outro. Disse que adora estar viva para escutar música);
• EMGRAÇADO (disse ser uma pessoa muito feliz. Seu coração se alegra por sabe que ele bate);
• ALEGRE (disse ser uma pessoa muito feliz e acha que tudo deve passar pela alegria. Disse que seu coração se alegra com a alegria do outro).

Depois foi pedido que respondêssemos às três seguintes perguntas: De onde você vem? Porque você está aqui? e Qual sua busca mais profunda?. As respostas foram:

• ALEGRE: Vim do TIP. Estar aqui porque nada é por acaso. É muito temente a Deus e busca se aproximar cada vez mais dele;
• ENGRAÇADO: Vim do nada. Estar aqui para sair do nada. Quer chegar a algum lugar;
• EMANCIPADA: Espera que tenha vindo do amor. Preferiu não responder às demais perguntas;
• PALHAÇA/ABUSADA: Vim do CE e do orgasmo dos meus pais. Fazer uma eletiva e aprofundar sua visão. Estar sempre buscando;
• COMPANHEIRO: Vim do trabalho. Para associar a teoria à prática. Auto-aperfeiçoamento;
• SIMPLICIDADE: Vim da oportunidade de Deus. Para ajudar a vida. Agradar 100% a Deus;
• DETERMINADA: Vim da vida. Para viver. Não sei;
• SIMPÁTICA: Vim do amor dos meus pais. Não sei. Entrar em paz com sua guerra interior;
• Isabela: Vim de aldeia. Conhecer a disciplina. Conhecer-se melhor;
• PERSISTENTE: Vim da aula. Não sei. Continuar sempre feliz;
• METAMÓRFICO: Vim da caverna de Platão. Para esclarecer-se. Manter-se lúcido;
• OBSERVADORA: Vim do amor dos meus pais e de Deus. Acrescentar conhecimento a sua grade curricular. Crescer espiritualmente;
• CONSTRUTOR: Vim do ventre da minha mãe. Ser monitor da cadeira. Autoconhecimento;
• AVENTUREIRO: Vim das ilhas de Cabo Verde. Viver novamente essa disciplina. Encontrar Jeová;
• MOVIMENTO: Vim de Olinda. Conhecer a ecopedagogia. Muita vontade de ser mãe;
• FLORESCENTE: Vim de Minas Gerais. Para tentar agir de acordo com sua essência mais profunda. Ser coerente com o que sente, faz e pensa.

Em seguida definimos nosso acordo de convivência, o qual devemos prezar durante o decorrer da disciplina para que nossa convivência seja a melhor possível. O mesmo pode ser mudado a qualquer momento desde que a maioria esteja de acordo. Os pontos colocados foram:

Pontualidade; Celular no silencioso/desligado; Respeito; Atenção; Abertura; Sinceridade e Transparência; Liberdade; Bom censo; Prezar por um ambiente seguro; Conexão; Comprometimento e Maturidade/ Profundidade.
Acordado a nossa convivência fizemos a metodologia tempestade de idéias, na qual sonhamos como seria a disciplina dos nossos sonhos. As características da mesma foram:
Discussões; Diversão; Abraços; Vivência do conhecimento; Relação horizontal; Festas; Excursões; Auto-avaliação; Turma como uma família; Não ser julgado; Construção coletiva; Disciplina dinâmica (sempre evoluindo); Aula além do ambiente da sala; Transformar sonho em realidade; Música; Dinâmica do abraço.
Por fim, nos levantamos, nos alongamos e nos olhamos. A facilitadora pediu que se alguém tivesse algo de ruim ou bom para falar que se sentisse a vontade para tal. E assim foi feito. Sem dúvida este início será inesquecível.

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