Witchi Tai To

julho 16, 2010

Para aqueles que foram a Marizá… (Mas para quem não foi, também é de grande valia…)

É uma versão JAZZ da Dança da Chuva que aprendemos com Marsha.

Witchi Tai To é um canto ancestral dos índios Peyote
O compositor, Jim Papper, juntou os cantos dos Nativos Americanos(seus ancestrais diretos) com seu Jazz que para época foi bastante inovador, considerado um dos pioneiros a fundir Jazz com elementos do Rock and Roll, por volta de 1965.

Espero que aproveitem, e incorporem o espírito indígena que habita nossa alma.

A letra aqui apresenta-se um pouco diferente da qual aprendemos lá em Marizá, mas o importante é a essência verdadeira.

“Witchi tai tai, hemorah
Hora nika, hora nika
Hey nay, hey nay,
noah
Witchi tai tai, hemorah
Hora nika, hora nika
Hey nay, hey
nay, noah”

Os videos são só de audio… O segundo link tem mais elementos indígenas

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Quero – Elis Regina

maio 20, 2009

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Letra:

Quero ver o sol atrás do muro
Quero um refúgio que seja seguro
Uma nuvem branca sem pó, nem fumaça
Quero um mundo feito sem porta ou vidraça
Quero uma estrada que leve à verdade
Quero a floresta em lugar da cidade
Uma estrela pura de ar respirável
Quero um lago limpo de água potável

Quero voar de mãos dadas com você
Ganhar o espaço em bolhas de sabão
Escorregar pelas cachoeiras
Pintar o mundo de arco-íris

Quero rodar nas asas do girassol
Fazer cristais com gotas de orvalho
Cobrir de flores campos de aço
Beijar de leve a face da lua

→ Considerações: Nicole Lellys

Sonhar com um outro mundo possível! Essa busca por um lugar melhor pra viver não pode ser utopia. Não queremos nada demais, queremos o que é nosso. Nosso, não porque possuimos, mas porque fazemos parte dele, somos ele! Queremos um horizonte loooongo, queremos respirar profundo, queremos sentir profundo, queremos ver alegria e paz, queremos equilibrio, queremos harmonia, queremos mais sentimentos e sensações por todos os lados!


Absurdo – Vanessa Da Mata

maio 20, 2009

musica_absurdo

Download da música
Absurdo – Vanessa da Mata


Letra:

Havia tanto pra lhe contar
A natureza
Mudava a forma o estado e o lugar
Era absurdo

Havia tanto pra lhe mostrar
Era tão belo
Mas olhe agora o estrago em que está

Tapetes fartos de folhas e flores
O chão do mundo se varre aqui
Essa idéia do natural ser sujo
Do inorgânico não se faz

Destruição é reflexo do humano
Se a ambição desumana o Ser
Essa imagem infértil do deserto
Nunca pensei que chegasse aqui

Auto-destrutivos,
Falsas vitimas nocivas?

Havia tanto pra aproveitar
Sem poderio
Tantas histórias, tantos sabores
Capins dourados

Havia tanto pra respirar
Era tão fino
Naqueles rios a gente banhava

Desmatam tudo e reclamam do tempo
Que ironia conflitante ser
Desequilíbrio que alimenta as pragas
Alterado grão, alterado pão

Sujamos rios, dependemos das águas
Tanto faz os meios violentos
Luxúria é ética do perverso vivo
Morto por dinheiro

Cores, tantas cores
Tais belezas
Foram-se
Versos e estrelas
Tantas fadas que eu não vi

Falsos bens, progresso?
Com a mãe, ingratidão
Deram o galinheiro
Pra raposa vigiar

→ Considerações por Christine:

A música pode ser um forte instrumento para alertar as pessoas sobre problemas ambientais existentes, além de denunciar que o próprio homem é responsável pela sua auto-destruição.


Tá – Mariana Aydar

maio 19, 2009

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Download da música
Tá – Mariana Aydar

Letra

Pra bom entendedor, meia palavra bas
Eu vou denunciar a sua ação nefas
Você amarga o mar, desflora a flores
Por onde você passa, o ar você empes

Não tem medida a sua ação imediatis
Não tem limite o seu sonho consumis
Você deixou na mata uma ferida expos
Você descore as cores dos corais na cos
Você aquece a Terra e enriquece a cus
Do roubo, do futuro e da beleza, augus

Mas do que vale tal riqueza?
Grande bos
Parece que de neto seu você não gos
Você decreta a morte, a vida indevis
Você declara guerra, paz, por mais bem quis
Não há em toda fauna, um animal tão bes
Mas já tem gente vendo que você não pres

Não vou dizer seu nome porque me desgas
Pra bom entendedor, meia palavra bas
Não vou dizer seu nome porque me desgas
Pra bom entendedor, meia palavra bas
Bom entendedor, meia palavra bas
Bom entendedor, meia palavra bas
Pra bom entendedor, meia palavra bas

Pra bom entendedor, meia palavra bas
Eu vou denunciar a sua ação nefas
Você amarga o mar, desflora a flores
Por onde você passa, o ar você empes

Não tem medida a sua ação imediatis
Não tem limite o seu sonho consumis
Você deixou na mata uma ferida expos
Você descore as cores do coral na cos
Você aquece a Terra e enriquece a cus
Do roubo, do futuro e da beleza, augus

Mas do que vale tal riqueza?
Grande bos
Parece que de neto seu você não gos
Você decreta a morte, a vida indevis
Você declara guerra, paz, por mais bem quis
Não há em toda fauna animal, um tão bes
Mas já tem gente vendo que você não pres

Não vou dizer seu nome porque me desgas
Pra bom entendedor, meia palavra bas
Não vou dizer seu nome porque me desgas
Pra bom entendedor, meia palavra bas
Bom entendedor, meia palavra bas
Bom entendedor, meia palavra bas
Pra bom entendedor, meia palavra bas… ta!

→ Considerações: Breno Martins Rêgo

Aydar consegue através da arte “denunciar” de forma inteligente e crítica o que o ser humano causa na natureza. As meias palavras que estão na letra conferem uma forte crítica a burrice de hoje em dia em relação ao meio ambiente. Pra bom entendedor meia palavra basta. Entendeu?