Aula 2 – A arte do diálogo (31/03/2010)

julho 20, 2010

Começamos com a dinâmica “A arte do diálogo”, a facilitadora elaborou algumas perguntas como: Qual é o objetivo da educação? Qual (is) experiência (s) na sua vida de estudante mais lhe marcou positiva ou negativamente e o porquê? Cada participante da dupla tinha seu momento de somente falar e de somente escutar. Ao termino da dinâmica todos tiveram um momento de comentar as suas impressões a respeito da mesma.
Alguns perceberam dificuldade em falar com outra pessoa escutando apenas, sem opinar, outros a dificuldade era por falta de intimidade e timidez. No entanto a maioria relatou dificuldade em ouvir apenas. Percebeu-se que muitos até o momento não conseguiam escutar apenas, sem comentar. Todos gostaram da experiência de poder parar para escutar o próximo e também ser ouvido.
O encontro finalizou com a roda onde todos puderam expor seus sentimentos em relação ao encontro. O Engraçado presenteou a todos com bombons.


O primeiro Passo (Aula 24/03/2010)

julho 20, 2010

Iniciamos nossas atividades com as cadeiras dispostas em círculo. Á medida que as pessoas iam chegando, respondiam a um questionário introdutório da disciplina. Logo após cada um confeccionou um crachá, que nos acompanhará durante todo curso, no qual foi posto uma palavra que definisse nossa personalidade e um auto-retrato.
Cada um se apresentou explicando seu crachá. E respondendo a um das seguintes perguntas: O que faz seu coração se alegrar? O que você fez hoje que lhe deixou feliz? e O que faz você adorar estar vivo? . As palavras que definiram as personalidades e as respostas às perguntas foram:
• FLORESCENTE (disse que se sentia florescer para o céu, mas que ao mesmo tempo sabe que algo a prende na terra, como está representado no desenho que fez de si. Seu coração se alegra por fazer o que gosta);
• MOVIMENTO (essa pessoa desenhou como auto- retrato o mar, apesar de antigamente ter medo do mesmo. Escolheu também o símbolo da justiça, pois preza muito pela mesma, além de fazer tudo por amor. Falou também de sua vontade de “abraçar” o mundo. Contou-nos também de sua fascinação por ciclos naturais. Disse que ter conversado com sua mãe lhe deixou muito feliz naquele dia);
• AVENTUREIRO (disse adorar descobrir coisas novas. Desenhou uma águia por parecer com ele no que diz respeito à persistência e o voar alto. Disse que ficou feliz por ter comido batatas fritas no almoço);
• CONSTRUTOR (disse que estava sentindo que estava começando a construir sua vida. Desenhou um mitólogo, símbolo antigo que representa a condição humana na terra, a pessoa aprisionada pelo seu ego… Disse que adora estar vivo por saber que pode sempre melhorar);
• DETERMINADA (disse ter escolhido essa característica por ser algo que está buscando. Desenhou sua imagem. Disse que seu coração se alegra quando pensa em seu filho);
• OBSERVADORA (disse gostar de observar. Desenhou sua imagem e ficou feliz naquele dia por ter falado com seu pai);
• METAMÓRFICO (disse que é inconstante e que busca atingir um nível maior de conhecimento. Seu desenho foi um boneco com a cabeça aberta entrando e saindo coisas dela e com a mão posta na mesma como se estivesse mexendo as coisas lá dentro; contou-nos que o boneco representava a sua abertura para novas idéias. Disse que adora estar vivo por ser liberto)
• PRESISTENTE (disse que se achava persistente, pois com a rotina apertada que ela tem só mesmo uma pessoa persistente para agüentar. Adora estar viva para ajudar e ser ajudado);
• MUDANÇA (disse estar passando por processos de mudança na sua vida. Adora estar vivo para conhecer pessoas, visões de mundo…);
• SIMPÁTICA (disse que se acha uma pessoa simpática e ficou muito feliz hoje por ter passado na prova prática do DETRAN);
• SIMPLICIDADE (disse que era uma pessoa simples em tudo, até nas roupas. O coração se alegra quando faz algo que agrada a Deus);
• COMPANHEIRO (seus amigos dizem que ele é companheiro. Ficou feliz hoje por ajudar uma família);
• PALHAÇA/ABUSADA (disse que é palhaça e que às vezes se tornar até abusada por isso. Adora estar viva porque acredita no efêmero);
• EMANCIPADA (disse que a sua emancipação representava autonomia libertária e que estava longe de ser algo que excluía o outro. Disse que adora estar viva para escutar música);
• EMGRAÇADO (disse ser uma pessoa muito feliz. Seu coração se alegra por sabe que ele bate);
• ALEGRE (disse ser uma pessoa muito feliz e acha que tudo deve passar pela alegria. Disse que seu coração se alegra com a alegria do outro).

Depois foi pedido que respondêssemos às três seguintes perguntas: De onde você vem? Porque você está aqui? e Qual sua busca mais profunda?. As respostas foram:

• ALEGRE: Vim do TIP. Estar aqui porque nada é por acaso. É muito temente a Deus e busca se aproximar cada vez mais dele;
• ENGRAÇADO: Vim do nada. Estar aqui para sair do nada. Quer chegar a algum lugar;
• EMANCIPADA: Espera que tenha vindo do amor. Preferiu não responder às demais perguntas;
• PALHAÇA/ABUSADA: Vim do CE e do orgasmo dos meus pais. Fazer uma eletiva e aprofundar sua visão. Estar sempre buscando;
• COMPANHEIRO: Vim do trabalho. Para associar a teoria à prática. Auto-aperfeiçoamento;
• SIMPLICIDADE: Vim da oportunidade de Deus. Para ajudar a vida. Agradar 100% a Deus;
• DETERMINADA: Vim da vida. Para viver. Não sei;
• SIMPÁTICA: Vim do amor dos meus pais. Não sei. Entrar em paz com sua guerra interior;
• Isabela: Vim de aldeia. Conhecer a disciplina. Conhecer-se melhor;
• PERSISTENTE: Vim da aula. Não sei. Continuar sempre feliz;
• METAMÓRFICO: Vim da caverna de Platão. Para esclarecer-se. Manter-se lúcido;
• OBSERVADORA: Vim do amor dos meus pais e de Deus. Acrescentar conhecimento a sua grade curricular. Crescer espiritualmente;
• CONSTRUTOR: Vim do ventre da minha mãe. Ser monitor da cadeira. Autoconhecimento;
• AVENTUREIRO: Vim das ilhas de Cabo Verde. Viver novamente essa disciplina. Encontrar Jeová;
• MOVIMENTO: Vim de Olinda. Conhecer a ecopedagogia. Muita vontade de ser mãe;
• FLORESCENTE: Vim de Minas Gerais. Para tentar agir de acordo com sua essência mais profunda. Ser coerente com o que sente, faz e pensa.

Em seguida definimos nosso acordo de convivência, o qual devemos prezar durante o decorrer da disciplina para que nossa convivência seja a melhor possível. O mesmo pode ser mudado a qualquer momento desde que a maioria esteja de acordo. Os pontos colocados foram:

Pontualidade; Celular no silencioso/desligado; Respeito; Atenção; Abertura; Sinceridade e Transparência; Liberdade; Bom censo; Prezar por um ambiente seguro; Conexão; Comprometimento e Maturidade/ Profundidade.
Acordado a nossa convivência fizemos a metodologia tempestade de idéias, na qual sonhamos como seria a disciplina dos nossos sonhos. As características da mesma foram:
Discussões; Diversão; Abraços; Vivência do conhecimento; Relação horizontal; Festas; Excursões; Auto-avaliação; Turma como uma família; Não ser julgado; Construção coletiva; Disciplina dinâmica (sempre evoluindo); Aula além do ambiente da sala; Transformar sonho em realidade; Música; Dinâmica do abraço.
Por fim, nos levantamos, nos alongamos e nos olhamos. A facilitadora pediu que se alguém tivesse algo de ruim ou bom para falar que se sentisse a vontade para tal. E assim foi feito. Sem dúvida este início será inesquecível.


Witchi Tai To

julho 16, 2010

Para aqueles que foram a Marizá… (Mas para quem não foi, também é de grande valia…)

É uma versão JAZZ da Dança da Chuva que aprendemos com Marsha.

Witchi Tai To é um canto ancestral dos índios Peyote
O compositor, Jim Papper, juntou os cantos dos Nativos Americanos(seus ancestrais diretos) com seu Jazz que para época foi bastante inovador, considerado um dos pioneiros a fundir Jazz com elementos do Rock and Roll, por volta de 1965.

Espero que aproveitem, e incorporem o espírito indígena que habita nossa alma.

A letra aqui apresenta-se um pouco diferente da qual aprendemos lá em Marizá, mas o importante é a essência verdadeira.

“Witchi tai tai, hemorah
Hora nika, hora nika
Hey nay, hey nay,
noah
Witchi tai tai, hemorah
Hora nika, hora nika
Hey nay, hey
nay, noah”

Os videos são só de audio… O segundo link tem mais elementos indígenas